Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

Amamos como nos Amaram

Amamos como nos Amaram

Amamos como nos amaram, de Katherine Pancol, É um o  livro a ler. Uma história interessante de quem teve  uma vida complicada. Relatado na primeira pessoa e com muita emoção...  Para conhecer melhor o autor consultar aqui a sua página na Internet.

 

Sempre comcordei com  esta frase.............

mar, numa qualquer tarde soalheira de inverno

sinto-me:
publicado por mar às 15:28
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Domingo, 25 de Fevereiro de 2007

Nada mais do que um sonho........

 

Era belo demais para ser verdade

Um sonho lindo

Teca  (Poetisa Brasileira

Deixe que meus olhos se fechem
E confiem um minuto nos teus
Olhe por mim, proteja meu sonho
Vigie meu descanso e me afaste de mágoas
Me envolva em teus braços e cuide,
Cuide um pouquinho de mim
Já não sou forte, preciso de apoio
Preciso do teu apoio, do teu abraço,
do teu sentido
E responda a quem perguntar:
"Ela agora está quietinha
Ela agora está comigo
Ela agora é toda minha
E decidiu descansar
Descansar no meu carinho
Adormecer no meu peito
Deixem a minha menina
Ela agora vai sonhar"
Vou sonhar com tua boca
Com tuas mãos, com teu beijo
Com teu corpo em minha pele
Com tudo que quero de ti
Vou me entregar neste sonho
E assim que despertar
Não quero ter nem saudade
Vou transportar todo ele
Para este nosso mundo
Vou fazer de um sonho lindo
A nossa realidade.

mar, numa qualquer tarde de domingo

sinto-me:
publicado por mar às 14:29
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2007

Barcos em terra

 

Ericeira

 

Barcos em terra........ por  terras da Ericeira

mar, num inicio de uma qualquer  tarde de inverno com sol

sinto-me:
publicado por mar às 13:23
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Domingo, 4 de Fevereiro de 2007

How Do I Love Thee?

 

 

Como te Amo?

 

000072p0

How Do I Love Thee?

(Sonnets from the Portuguese)
XLIII - How Do I Love Thee?
  (Sonetos dos Portugueses)
XLIII - Como Te Amo?

How do I love thee? Let me count the ways.
I love thee to the depth and breadth and height
My soul can reach, when feeling out of sight
For the ends of Being and ideal Grace.

I love thee to the level of everyday's
Most quiet need, by sun and candlelight.
I love thee freely, as men strive for Right;
I love thee purely, as they turn from Praise.

I love thee with the passion put to use
In my old griefs, and with my childhood's faith.
I love thee with a love I seemed to lose

With my lost saints, - I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life! - and, if God choose,
I shall but love thee better after death.

 
Como te amo? Deixa-me contar os modos.
Amo-te ao mais fundo, amplo e alto
Minh'alma pode alcançar, além dos limites visíveis
E fins do Ser e da Graça ideal.

Amo-te até ao nível das mais diárias
E ínfimas necessidades, à luz do sol e das velas.
Amo-te com liberdade, como os homens buscam por Justiça;
Amo-te com pureza, como voltam das Preces.

Amo-te com a paixão posta em uso
Nas minhas velhas mágoas e com a fé da minha infância.
Amo-te com um amor que me parecia perdido

Com meus Santos perdidos - amo-te com o fôlego,
Sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida! - e, se Deus quiser,
Amar-te-ei melhor depois da morte.
Copyright ©Elizabeth Barrett Browning
Trad. para Português de Luís Eusébio

 

 

mar, numa qualquer manhã de um qualquer dia

sinto-me:
publicado por mar às 11:19
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Sábado, 3 de Fevereiro de 2007

Como te amo?

Como te amo?

00006p9b

 

Como te amo? Deixa-me contar de quantas maneiras.
Amo-te até ao mais fundo, ao mais amplo
e ao mais alto que a minha alma pode alcançar
buscando, para além do visível dos limites
do Ser e da Graça ideal.
Amo-te até às mais ínfimas necessidades de todos
os dias à luz do sol e à luz das velas.
Amo-te com liberdade, enquanto os homens lutam
pela Justiça;
Amo-te com pureza, enquanto se afastam da lisonja.
Amo-te com a paixão das minhas velhas mágoas
e com a fé da minha infância.
Amo-te com um amor que me parecia perdido - quando
perdi os meus santos - amo-te com o fôlego, os
sorrisos, as lágrimas de toda a minha vida!
E, se Deus quiser, amar-te-ei melhor depois da morte.

 

Elizabeth Barrett Browning  (Inglaterra (1806-1861)

 


mar, num final de uma qualquer tarde.......

 

sinto-me:
publicado por mar às 18:22
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